A Natureza Urbana
O crescimento da cidade informal...
Já virão quais são as previsões para esse verão? Já estão se
prepararam? Não me diga que se preparar é comprar ar condicionado, rs.. Porque
se não poderia causar um black-out! Pois, será que teríamos energia o suficiente
para sustentar todos esses ares condicionados ligados? E para pagar a conta?
Complicado né? Mas, então o que nós estamos fazendo para não precisar ligar o
ar condicionado? E o que nós podemos fazer?
Bem por um instante imagine você como um futuro
arquiteto/engenheiro e o que poderia fazer... Imagine você liderando uma obra,
projetando um edifício com uns 20 pavimentos, tudo que você for realizar em uma
obra, tem um custo benefício e você pode contribuir para o meio ambiente, desde
o planejamento até na obra física em si, parar para pensar em como você guardará
os matérias da obra, por exemplo, pode evitar o desperdício. Existem já algumas
soluções para esses problemas desse tipo, formas de evitarmos o desperdício
causado pelo homem e assim também reduzir a utilização de materiais vindos de
matérias primas.
Somos mais de sete milhões nesse planeta, trabalhando, estudando, morando, tendo lazer (aliás, alguns), então é a hora de começamos a nos questionar em formas de equilibrar tudo isso que esta acontecendo em nosso planeta.
Somos mais de sete milhões nesse planeta, trabalhando, estudando, morando, tendo lazer (aliás, alguns), então é a hora de começamos a nos questionar em formas de equilibrar tudo isso que esta acontecendo em nosso planeta.
Com esse crescimento populacional aumenta consome-se mais energia...
E aí é a questão “x”. Somos mais de sete milhões consumindo, e isso é uma
crescente. E aí eu pergunto: há quanto tempo conhecemos a energia solar? E
porque ela ainda não se espalha e foi adotada como deveria em nosso país? Na verdade existe ainda uma falta de interesse
nesse assunto, um assunto que deveria ser levado com mais seriedade, pois bem
sabemos que a energia vem da hidrelétrica e o que gera a energia é a água,
atualmente estamos vivendo uma época de muita seca em nosso país, mas mesmo com
toda essa consciência, falta um interesse de nossos governantes, políticos,
etc., de alterarem, ou melhor, agregarem algumas coisas nos planos diretores de
vários municípios. É bem verdade que vemos algumas mudanças sim, mas precisa haver
algo maior, uma lei ou norma mais vigorosa, para essas mudanças de fato
acontecerem.
Vejo isso como exemplo em outros municípios em outros
países, obras começarem por algum mandato político, sendo que aqui é uma luta
para finalizar uma obra, mau inicia-se uma, então logo podemos perceber que
existe algo errado. Tudo isso são coisas que devem ser trabalhadas em um
conjunto.
Outra ideia legal adotada em alguns lugares é a arborização
por árvores, que ajuda na despoluição do ar, diminui a poluição sonora,
propicia sombras, diminui o impacto das chuvas ajudando para não acontecer
alagamentos em algumas regiões, cria um balanço hídrico, valorizam a qualidade
de vida local, assim como economicamente as propriedades ao entorno. Em meio a tantas construções, tantos
edifícios, shoppings, aqui em Vila Velha – ES, por exemplo, não pensam muito na
questão da paginação, do urbanismo em si... Como vemos o caso do shopping vila
velha uma construção tão grande que ocupa tanto espaço, mas não pensaram muito
no impacto que ele poderia causar em seu entorno, poderia usar boa parte
daquele espaço para colocar mais áreas verdes, porque não tiraram um espaço do
terreno dele para fazer uma ciclovia, imagina um teto verde no shopping que
maravilha, mas infelizmente só pensaram mais na questão econômica, como na
maioria das vezes o dinheiro é que reina em Vila Velha, mas isso já é outra
questão. Acredito sinceramente, que
ninguém faz algo assim, uma construção sem se preocupar com o seu entorno, por
falta de informação, de ideias apresentadas, ações favoráveis a esse tipo de
“movimento sustentável” etc...
Não tem como tapar o
sol com a peneira, não tem como dizer que essas coisas não estão acontecendo, pois
são fatos que estamos vivenciando em nosso dia a dia, enquanto tem pessoas em
outros países pensando e implantando novas ideias, nós estamos aqui paralisados
e preocupados se teremos água para este verão, e isso por que moramos em país
contornado pela orla litorânea e rico em remanescentes! E em um país como esse
começarmos a ouvir falarem e ler reportagens dizendo que tem gente pensando em
transformar a desidratação da água do mar, sendo que temos tantos recursos
d’agua, com tantas nascentes, é algo no mínimo assustador! E acredito que eu
não estou sendo sensacionalista por pensas assim, em minha opinião nós não
precisávamos ter chegado a esse ponto! E os maiores culpados disso tudo estar
acontecendo, somos nós mesmos. Todo esse consumo exagerado em habitações pode
ser melhorado com planejamentos e projetos, isso tudo deve ser estudado desde a
implantação de um edifício no terreno até a sua construção, e nós temos como
missão procurar conhecer quais são os materiais mais sustentáveis para utilizar
em nossas obras, qual são as novas técnicas de construções sustentáveis, dentre
outras, fazer o nosso papel em meio a essa sociedade, trabalhar de fato nisso e
oferecer essas alternativas aos nossos clientes, pois, o que é melhor? Gastar
para tratar ou gastar para preservar? Qual que vocês leitores acham que gasta
mais? Pois então, tudo isso é algo a se pensar. Manter, Preservar e Economizar
são palavras chave neste nosso século.
Fazer um projeto de captação da água da chuva em uma casa,
por exemplo, não é algo tão caro muitas vezes, se pensarmos principalmente no
custo benefício próprio e de toda uma nação. Mas a falta de informação pode
fazer com que seus vizinhos até te achem radical, ou louco, mas fazer algo
assim não é ser louco (a) é ser realista, é ter uma visão mais ampla do que
esta acontecendo em nosso mundo! E nós precisamos estar preparados, para quando
um cliente nos pedir algo assim, nós sabermos fazer.
Logo abaixo vou deixar alguns exemplos de alternativas
sustentáveis que vem sendo implantadas em alguns lugares:
Exemplo de Bioarquitetura
Construções ecológicas, sustentáveis e bioclimáticas com
custo reduzido ( Pau a pique, taipas de pilão, adobe, teto verde....)
1.Casa Lambert
(Rua São Lourenço, Santa Tereza, Espírito Santo)
Teto Verde
2. Institulo ELOS
É isso, eu sinceramente espero que cada vez mais ideias
novas possam surgir e que possam ser implantadas, que nossos políticos possam
rever os planos diretores de cada município e tomar iniciativas, que cada
cidadão também possa ter essa consciência e que todos juntos possamos dar as
mãos por essa causa.




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